Teatro Nacional de São Carlos

 

Na apresentação do seu cartão Lisboa viva válido, em todos os espetáculos que promover, o Teatro Nacional de São Carlos proporcionará a possibilidade de aquisição de bilhetes em condições especiais, com os seguintes níveis de desconto:

– Temporada Lírica do TNSC: 25% de desconto sobre preços avulso, exceptuando em dia de estreia, no limite máximo de dois bilhetes por associado;

– Temporada Sinfónica (Orquestra Sinfónica Portuguesa): 25% de desconto sobre preços avulso.

Os descontos não poderão ser acumulados com nenhum outro desconto em vigor no preçário TNSC, sendo que poderão ser utilizados para um máximo de 2 bilhetes por utilizador do cartão Lisboa viva.

Os descontos acima referidos não poderão ser aplicados aos seguintes espetáculos:

– concertos comentados para famílias;

– concertos no Salão Nobre;

– produções de Ópera para crianças;

– Outros espetáculos de preço especial reduzido que possam vir a ser realizados.

 

O Teatro Nacional de São Carlos em Lisboa encontra-se entre o pequeno número de teatros líricos europeus com uma atividade quase ininterrupta ao longo de mais de duzentos anos, não tendo sofrido nenhum acidente de vulto desde a sua inauguração em 30 de Junho de 1793, embora tenha sido objeto de diversas remodelações e restauros que foram renovando o aspeto interior da sala e dos foyers, sem lhe alterarem contudo a traça exterior.

 

A história da ópera em Portugal nos últimos dois séculos confunde-se em larga medida com a história do São Carlos, sobretudo após o incêndio que destruiu o Teatro de S. João do Porto em 1908. A sua construção deve-se à iniciativa do Intendente Geral da Polícia Diogo Inácio de Pina Manique, com o apoio económico de um grupo de grandes capitalistas e o pretexto de celebrar o nascimento do primeiro filho do Príncipe Herdeiro D. João e de sua mulher D. Carlota Joaquina. O autor do projeto foi o arquiteto José da Costa e Silva. O espaço no primeiro piso hoje conhecido como Salão Nobre foi inaugurado em 1796.

 

A partir do pós-guerra e até aos anos sessenta sucederam-se no seu palco notáveis gerações de cantores, que incluíram Maria Ca­ni­glia, Mario del Monaco, Renata Tebaldi, Carlo Bergonzi, Boris Chris­toff, Bir­git Nilsson, Renata Scotto, The­resa Stich-Randall, Sesto Brus­can­ti­ni e Nicolai Gedda.

 

1958 foi o ano de uma inolvidável Traviata interpretada por Maria Callas e o jovem Alfredo Kraus. Ao longo dos anos sessenta e setenta merecem particular destaque os nomes de Monserrat Caballé, Renata Scotto, Fio­­renza Cossoto, Piero Capuccilli e Ma­ra Zam­pieri. Paralelamente deve sublinhar-se também a crescente participação de cantores e encenadores portugueses (em contraste com que havia sucedido ao longo de todo o século XIX), assim como a notável renovação operada nos últimos anos no coro do Teatro.

 

Descubra mais sobre o Teatro Nacional de São Carlos e conheça a sua programação em www.saocarlos.pt/

TEATRO NACIONAL DE SÃO CARLOS
Rua Serpa Pinto, n.º 9 • 1200 – 442 Lisboa
Estação de Metro Baixa – Chiado PT Bluestation
Notícia atualizada em 28/10/2013