Apresentação de resultados 2011

 

Apesar da difícil conjuntura, o Metropolitano de Lisboa (Metro) conseguiu fechar o ano transato com um desempenho considerado satisfatório e inigualável nas últimas décadas.

Num quadro de constrangimentos acrescidos o Metro de Lisboa conseguiu atingir uma melhoria generalizada dos indicadores do seu desempenho, tendo alcançados vários e importantes objetivos que se propôs concretizar, sendo de destacar:
 

• Um EBITDA ajustado positivo, de 3,8 milhões de euros, pela 1ª vez na história recente da empresa.

• Aumento das receitas específicas do serviço comercial em cerca de 6,8%, bem como um aumento global dos rendimentos operacionais da empresa de 18,7;

• Redução dos gastos operacionais em cerca de 3,9 milhões de euros, que acrescem à redução de 15,6 milhões de euros, já obtida em 2010;

• Superação da meta estabelecida pelo Governo de reduzir, em 2011, os gastos operacionais

em 15%,, quando comparados com o ano de 2009, considerando bases comparáveis;

• Melhoria do Resultado operacional, que registou uma variação positiva de 26,4%, equivalente a 25,3 milhões de euros;

• Aumento do indicador vendas/efetivo em cerca de 8%;

• Aumento da taxa de cobertura dos gastos operacionais globais pelos rendimentos em 11,4%, que evoluiu para 65,8%, esperando-se uma evolução também muito positiva para o ano de 2012;

• O VAB apresentou uma evolução 39,4%, para 77,7 milhões de euros;

• De todos os indicadores da empresa, apenas o resultado financeiro registou um agravamento de 44,5% para os 23,2 milhões de euros.

• O Resultado líquido, embora permaneça negativo em cerca de – 146,1 milhões de euros, registou uma melhoria de 1,5% face ao ano de 2010;
 

Outras vertentes do desempenho da Empresa também foram alvo de resultados satisfatórios que importa salientar, nomeadamente ao elevado nível de cumprimento de qualidade, com ganhos objetivos na generalidade dos domínios de atuação, como é exemplo:
 

• Obtenção, pelo sexto ano consecutivo, do primeiro lugar no ranking das empresas de transporte público da Área Metropolitana de Lisboa, no estudo ECSI Portugal 2010 – Índice Nacional de Satisfação do Cliente;

• Contenção da quebra de procura, apesar da forte queda verificada no último trimestre do ano, nomeadamente decorrente da evolução do PIB nacional, e com os dois aumentos tarifários verificados, que se ficou por 864 milhões de passageiros x km transportados (menos 0,16% face a 2010);

• Alcance de um nível de eficiência, em termos de custos operacionais por passageiro transportado, tido como um dos melhores da Europa, medido por uma entidade internacional especializada – o Imperial College London que acompanha e publica os resultados de benchmarking de dois grupos de 27 sistemas de metropolitanos mundiais (Grupos Nova/CoMet);

• Consolidação da nossa posição como um dos melhores metros do mundo em termos de eficiência energética, tendo ainda reduzido os nossos consumos de energia em mais de 5%, mediante a implementação de um apertado programa de eficiência energética.

Não obstante a difícil conjuntura de 2011, o Metro teve sempre presente que o propósito da sua atividade é o Serviço Público de transporte em modo Metro, tendo como objetivo central da respetiva prestação, uma resposta eficiente ao Cliente na satisfação das suas expetativas, objetivo esse que pretende continuar a cumprir de forma empenhada e rigorosa.

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