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Colégio Militar/Luz

Ficha Técnica

 

Horário | átrio único

Abertura: 06h30

Fecho: 01h00

 

Rede de vendas

– Máquinas de venda automática

– Posto de venda aberto todos os dias entre as 7h45 e as 20h30;


Acessibilidade

A estação não dispõe de elevadores e escadas mecânicas.

 

Interfaces

Carris

Rodoviária de Lisboa

LT/Vimeca


Dados técnicos

 

Localização

Linha Azul

Av. do Colégio Militar, cruzamento com a Av. Lusíada.

 

Inauguração

14 de outubro de 1988

Projeto arquitetónico: António J. Mendes

Intervenções plásticas: Manuel Cargaleiro

 

Pontos de interesse

Colégio Militar

Estádio do Sport Lisboa e Benfica

Hospital da Luz

Museu do Bombeiro

Teatro da Luz

Arte na Estação

A estação Colégio Militar/Luz, construida no âmbito da extensão da rede à zona de Benfica, abriu ao público em 1988. O projeto arquitetónico foi da autoria do Arq.º António J. Mendes e o tratamento plástico ficou a cargo de Manuel Cargaleiro. Artista plástico com grande experiência no campo da azulejaria, Manuel Cargaleiro quis, para este local, evocar o ambiente e a tradição dessa Arte.

“Os grandes corredores azuis de Portugal…”. Presença habitual na nossa memória coletiva por serem frequentes nos edifícios públicos, escolas, hospitais, tribunais, instituições que foram instaladas em antigos conventos e palácios onde a azulejaria constituia uma presença quase constante. Partindo de alguns módulos tradicionais, a figura avulsa e ponta de diamante, concebe uma padronagem em tons de azul, que é colocada ao longo de todos os espaços de circulação da estação e cais de embarque, recriando essa ambiência familiar.

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Nos átrios das bilheteiras e tirando partido do efeito surpresa, surgem dois enormes painéis que representam paisagens urbanas com uma policromia contrastante com o restante revestimento da estação, painéis estes ladeados por superficies em mármore branco, esculpidas em ponta de diamante.

A conceção azulejar desta estação tem como suporte duas formas diferentes de pintar sobre azulejos, ou tirando partido da própria forma quadrangular do azulejo, criando superfícies de padronagem, como é o caso do revestimento dos espaços de circulação, ou usando a superfície azulejar como mero suporte de uma composição pictórica, como é o caso dos grandes painéis dos átrios das bilheteiras.

Manuel Cargaleiro deixou ao alcance do cliente do Metropolitano a possibilidade de apreciar uma obra onde é utilizado o Saber Secular da Arte do Azulejo.

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