• Link para a versão em inglês do site do Metro
    Imagem com os logotipos da Carris e da Transtejo Link para o site Carris  (abre numa nova janela) Link para o site Transtejo (abre numa nova janela)
  • Decrease
  • Increase

Glossário técnico

Métodos de Execução da Galeria em Túnel

  • Método construtivo D&B (Drill+Blast) – (Brocar, furar) + arrasar (remoção das terras)Trata-se de um método clássico em que é feito o avanço do túnel através da escavação e remoção das terras escavadas, recorrendo a qualquer equipamento de escavação mecânica ou manual. O escoramento do túnel construído, pode ser viabilizado por diversos processos complementares.
  • Método NATM – (New Austrian Tunnelling Method)Trata-se de um método construtivo, desenvolvido entre 1957 e 1965, a que foi dado o nome de Novo Método Austríaco para o distinguir de um outro antigo método construtivo também de origem austríaca. Este método considera que a massa de solo envolvente do túnel escavado contribui para a sua própria sustentação. A eventual deformação dessas rochas é minimizada através da aplicação, imediatamente após o avanço da escavação, de uma primeira camada fina de betão. A este método está associada uma complexa e sofisticada tarefa de instrumentação que monitoriza o estado do túnel escavado.
  • Método TBM – (Tunnel Boring Machine)Este método recorre à utilização de tuneladoras que são máquinas sofisticadas.
    Estas máquinas, são autênticas fábricas móveis que abrem o túnel, retiram as terras e escoram as paredes com betão. Na construção da linha do Metropolitano de Lisboa, tem sido utilizado, desde 1990, em vários troços, este método construtivo. Nos troços onde foram utilizadas estas máquinas, foram adotados nomes populares (p.ex. Maria Lisboa) na denominação das tuneladoras, diferenciando desta forma a respetiva utilização nas diversas linhas onde operaram.

 

Métodos de Execução da Galeria a Céu Aberto

Consideram-se métodos de execução a céu aberto todos aqueles em que a execução da galeria é realizada recorrendo à escavação de uma vala que após a execução da galeria esta é coberta com o solo retirado na fase de escavação, ou seja a galeria não é perfurada na massa de solo onde ficará instalada.
A forma de sustentação das paredes da vala, diferencia os processos construtivos, que vão desde uma sustentação em talude até à prévia execução de paredes moldadas.

Os métodos a céu aberto podem ter variadas implicações ambientais, são também conhecidos por elevada destruição do meio em que se desenvolvem pois exigem a remoção e ou desvio de variadas ocupações de subsolo tais como redes de águas, eletricidade, telecomunicações, etc. Obviamente, que todas as remoções e desvios impõem a posterior reposição das condições iniciais.

Os métodos de execução em túnel são executados a uma maior profundidade conduzindo normalmente a uma quase ausência deste tipo de interferências externas.

Quando é executada uma vala mas não exista uma galeria fechada, a circulação dos comboios é feita a céu aberto, estamos na presença de uma situação que se designa circulação em  trincheira, que poderá ter as paredes da respetiva vala, em talude natural ou estabilizadas por outro processo que recorra a meios técnicos adequados, como sejam por exemplo paredes verticais em betão, estruturas de pedras arrumadas à mão, etc.

© 2017 Metropolitano de Lisboa, E.P.E.