Arte
Rato

Estação Rato

Arpad Szènés estudou em Budapeste, casou com Vieira da Silva em 1930, naturalizou-se francês em 1956, pintor neo-figurativo abstratizante e depois abstrato. Ligado intimamente a Portugal, Arpad amava a sua luz e a sua paisagem (como se pode ver em “La Course Portugaise” de 1935). Com Vieira da Silva passou no Brasil uma parte da 2ª Guerra Mundial, tendo depois fixado residência em França. Nesta estação que serve a zona onde se encontra a Fundação Arpad Szénés-Vieira da Silva, o Metropolitano de Lisboa decidiu homenagear os dois artistas.

Nos topos da nave da estação encontram-se os painéis que reproduzem “Ville en Extension”, uma obra de Vieira da Silva datada de 1970 e “Banquet”, um trabalho de Arpad Szènés realizado em 1948. Estes paineis foram transpostos para azulejo por Manuel Cargaleiro.

Manuel Cargaleiro contribui também com o revestimento de azulejos com baixo relevo de motivos geométricos (círculos, quadrados e losangos) em fundo beige nos lambris ao longo dos cais e no enquadramento dos painéis de Arpad e Vieira da Silva, o mesmo padrão de azulejos é também utilizado, agora em fundo verde garrafa, nos átrios e galerias das escadas rolantes.

Arquitetura

Sanchez Jorge, 1997

Arte

Vieira da Silva, 1997
(transposição para azulejo por Manuel Cargaleiro), 
Arpad Szènés, 1997