Apresentadas quatro propostas para a empreitada da linha Violeta
O Metropolitano de Lisboa informa que foram abertas no dia 15 de julho, as propostas referentes ao concurso público com publicidade internacional para adjudicação da Empreitada de Conceção e Construção do Metro Ligeiro de Superfície Odivelas-Loures – linha Violeta, lançado a 15 de abril de 2025 com o preço base de 600 milhões de euros, acrescido de IVA.
Foram apresentadas propostas pelos seguintes concorrentes:
- MasterStylo – Eletricidade e Telecomunicações, Lda.
- Mota Engil, Engenharia e Construção, S.A. / Zagope – Construções e Engenharia, S.A. / Spie Batignolles Internacional – Sucursal em Portugal.
- Teixeira Duarte – Engenharia e Construções, S.A. / Casais – Engenharia e Construção, S.A. / Tecnovia – Sociedade de Empreitadas, S.A. / E.P.O.S. – Empresa Portuguesa de Obras Subterrâneas, S.A. / Somafel – Engenharia e Obras Ferroviárias, S.A. / Jayme da Costa – Energia E Sistemas, S.A..
- FCC Construcción, S.A. / Contratas y Ventas, S.A.U. / Comsa, S.A.U. / Comsa Instalaciones Y Sistemas Industriales, S.A.U. / Fergrupo – Construções Técnicas e Ferroviarias, S.A..
Os valores das propostas apresentadas serão divulgados depois de decorrido o prazo legal para a decisão de eventuais reclamações sobre a lista de concorrentes.
O concurso público “Empreitada de Conceção e Construção, Aquisição de Veículos e Serviços de Manutenção da Linha Violeta do Metropolitano de Lisboa” destina-se à contratação de diversas componentes do empreendimento, tais como a conceção e construção da infraestrutura do Sistema de Metro Ligeiro e do reordenamento urbano envolvente, a elaboração de todos os estudos para efeitos da instrução dos processos de expropriação por utilidade pública, o fornecimento de doze veículos tipo LRV-Light Rail Vehicle, e, ainda, a prestação de serviços de manutenção, quer da infraestrutura ferroviária, quer dos veículos pelo prazo de três anos. Este investimento enquadra-se no âmbito da concretização do plano de expansão da rede do Metropolitano de Lisboa e tem conclusão prevista para o ano de 2029.
Com a aprovação em Conselho de Ministros da RCM n.º 155/2023, de 27 de novembro de 2023 e RCM n.º 70/2025, de 10 de março de 2025, o investimento total na linha Violeta será de 677,5 milhões de euros, sendo que 77,5 milhões de euros destinam-se aos custos com expropriações e a todas as assessorias ao projeto, das quais se destacam a revisão de projeto e a fiscalização da obra. A materialização da linha será financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência, pelo Fundo Ambiental, pelo BEI – Banco Europeu de Investimento, por fundos europeus e pelo Orçamento do Estado.
A linha Violeta é um projeto de expansão da cobertura intermodal da atual linha Amarela do Metropolitano de Lisboa que resulta de um protocolo assinado, em julho de 2021, pelo Metropolitano de Lisboa, a Câmara Municipal de Loures e a Câmara Municipal de Odivelas. No primeiro ano de operação estima-se que a procura nessa nova linha corresponda a cerca de 9,5 milhões de passageiros, retirando cerca 3,8 milhões de viaturas individuais e 4,1 mil ton de CO2.
Esta linha terá cerca de 11,5 quilómetros de extensão, contará com um total de 17 estações (12 de superfície, 3 subterrâneas e 2 em trincheira) e um parque de material e oficinas de apoio à operação com cerca de 3,9 hectares. No concelho de Loures, além do parque de material e oficinais, serão construídas nove estações que servirão as freguesias de Loures, Santo António dos Cavaleiros e Frielas, numa extensão de 6,4 km. O concelho de Odivelas contará com oito estações que servirão as freguesias de Póvoa de Santo Adrião e Olival de Basto, Odivelas, Ramada e Caneças numa extensão total de 5,1 km.
O primeiro concurso público referente à empreitada da Linha Violeta foi lançado a 15 de março de 2024 e resultou na exclusão de todas as propostas apresentadas pelos operadores económicos, por excederem o preço base do concurso, em média cerca de 46%. Neste contexto, foi necessário proceder a uma atualização do custo do investimento que se enquadrasse na atualização de preços ocorrida entre a conclusão do estudo prévio (em 2023) e o momento em que se estima iniciar o novo procedimento de contratação pública da empreitada, traduzindo-se essa atualização num acréscimo ao custo total do investimento de 150,2 milhões de euros.
Ainda em cumprimento da sua missão de serviço público e compromisso com o desenvolvimento da mobilidade sustentável na Área Metropolitana de Lisboa, o Metropolitano de Lisboa prossegue, como é do conhecimento público, com a execução de um conjunto de investimentos estruturantes que visam a modernização e a expansão da sua rede. Assim, a construção da linha Circular avança a bom ritmo para a sua fase de conclusão, enquanto se encontram já em curso os trabalhos preparatórios relativos ao prolongamento da linha Vermelha até Alcântara, prevendo-se, em breve, a consignação formal da empreitada.
Paralelamente, o Metropolitano de Lisboa participa ativamente no projeto de expansão do Metro Sul do Tejo, coordenando o grupo de trabalho constituído para o efeito, e contribuindo com a sua experiência técnica e profissional para a consolidação de uma rede de transporte integrada, eficiente e inclusiva, ao serviço da população.
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