Comunicado de Imprensa
TML apresenta projeto piloto “WayFinding” para promover a acessibilidade de pessoas cegas na Gare do Oriente
No âmbito do Dia Nacional da Acessibilidade, a Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML) apresentou hoje, na Gare do Oriente, o projeto piloto de “WayFinding”, uma iniciativa pioneira que visa testar novas soluções de orientação e mobilidade autónoma para pessoas cegas ou com baixa visão em ambientes intermodais de transporte público.
O projeto resulta de uma iniciativa da TML, em parceria com o Metropolitano de Lisboa (ML), a Infraestruturas de Portugal (IP), o Instituto Nacional para a Reabilitação (INR) e a Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO), com o apoio técnico da SERTEC, e tem como objetivo avaliar a eficácia e aplicabilidade de tecnologias de acessibilidade e navegabilidade em interfaces complexas, nomeadamente a instalação de piso podotáctil e códigos NaviLens, na Gare do Oriente, que permitem orientar os utilizadores entre o terminal rodoviário da Carris Metropolitana e os cais da estação Oriente do Metropolitano de Lisboa.
Durante a sessão de apresentação, foram realizadas demonstrações práticas com pessoas cegas, que testaram o percurso e partilharam a sua experiência com o novo sistema de navegação.
Um projeto em fase piloto para testar soluções de mobilidade inclusiva
Este é um projeto piloto de carácter experimental, desenvolvido para avaliar a viabilidade e impacto real destas soluções no terreno, antes de uma eventual expansão a outras interfaces de transporte da Área Metropolitana de Lisboa.
“Queremos garantir que cada passo no sentido da acessibilidade e navegabilidade é dado com base em evidência e na experiência direta das pessoas que dela necessitam. O WayFinding deste projeto é um laboratório vivo, onde testamos se estas tecnologias são realmente mais-valias para a mobilidade das pessoas cegas”, sublinha Faustino Gomes, Presidente da Transportes Metropolitanos de Lisboa.
A TML recorda que a sua preocupação máxima é com as necessidades das pessoas, pelo que a avaliação prévia é essencial para determinar qual o modelo mais eficaz e sustentável para promover a autonomia e segurança das pessoas com deficiência visual.
A implementação de soluções tecnológicas deste tipo implica investimentos significativos pelo que devem ser testadas para se ganhar segurança de que cumprirão o seu objetivo – servir as pessoas.
Parceria interinstitucional pela acessibilidade
O projeto resulta de uma estreita colaboração entre entidades públicas e associativas, reunindo diferentes competências e perspetivas no domínio da mobilidade e da inclusão.
“O Metropolitano de Lisboa tem vindo a reforçar o seu compromisso com a acessibilidade plena. Este projeto permite testar soluções inovadoras que, com as adaptações necessárias às características das estações e às necessidades dos utilizadores, poderão ser aplicadas em toda a rede. O objetivo é implementar, de forma progressiva, um sistema de acessibilidade universal e intemporal, alinhado com as melhores práticas e com medidas já em curso, como a sinalização tátil, a informação sonora, os sistemas digitais, e a colaboração com entidades especializadas”, referiu Sónia Páscoa, Administradora do Metropolitano de Lisboa.
“Enquanto entidade gestora de infraestruturas, a IP valoriza estas parcerias que permitem compatibilizar acessibilidade e interligação com a restante envolvência, garantindo percursos inclusivos em todo o sistema de transportes”, afirmou Nuno Neves, Administrador da IP-Património.
“O INR congratula-se com esta iniciativa, lançada simbolicamente no Dia Nacional da Acessibilidade, que demonstra como a cooperação institucional pode gerar respostas concretas às necessidades das pessoas com deficiência”, destacou Sónia Esperto, Presidente do Instituto Nacional para a Reabilitação.
“A ACAPO tem acompanhado de perto o desenvolvimento do WayFinding, contribuindo com a perspetiva de quem vive diariamente os desafios da orientação e deslocação. Este tipo de testes é fundamental para garantir que as soluções adotadas são realmente úteis para os utilizadores”, acrescentou Paulo Santos, Presidente da Delegação de Lisboa da ACAPO.
Sobre o projeto
Este projeto de ‘WayFinding’ propõe-se a testar a combinação de piso podotátil e códigos NaviLens, que podem ser lidos através de aplicações móveis (Apps), fornecendo informações sonoras e visuais que orientam o utilizador de forma autónoma ao longo de todo o percurso entre o metro e o autocarro.
Os resultados deste projeto piloto irão servir de base à avaliação técnica e funcional destas soluções, contribuindo para definir futuras estratégias de investimento em acessibilidade e mobilidade inclusiva na rede metropolitana.
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