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Alameda

Ficha Técnica

 

Horário | 2 átrios

Abertura dos átrios: 06h30

Fecho dos átrios: 01h00

 

Rede de vendas | Estação Alameda I (Linha verde)

- Máquinas de venda automática;

- Posto de venda (dias úteis entre as 7h45 e as 20h30).

 

Rede de vendas | Estação Alameda II (Linha vermelha)

- Máquinas de venda automática

 

Acessibilidade

A estação Alameda I (Linha verde) dispõe de elevadores.

A estação Alameda II (Linha vermelha) dispõe de escadas rolantes.

Pode consultar a operacionalidade dos equipamentos através do telefone: 21 3500115 ou do email relacoes.publicas@metrolisboa.pt

 

Dados técnicos


Localização

Linha Verde

Av. Almirante Reis, cruzamento com a

Alameda D. Afonso Henriques

 

Linha Vermelha

Alameda D. Afonso Henriques

 

Inauguração

Linha Verde: 18 de junho de 1972

Projeto Arquitetónico: Dinis Gomes

Intervenções plásticas: Maria Keil

 

Linha Vermelha: 19 de maio de 1998

Projeto Arquitetónico:  Manuel Taínha

Intervenções plásticas: Costa Pinheiro, Alberto Carneiro e Juahana Bloomstedt

 

Remodelação

Linha Verde: 3 de março de 1998

Projeto Arquitetónico: Manuel Taínha

Intervenções plásticas: Noronha da Costa

Pontos de interesse

Associação Portuguesa da Industria Mineral

Centro de Saúde da Alameda

Centro Regional da Segurança Social

Cruz Vermelha Portuguesa

Direcção Geral de Saúde

Fonte Alameda D. Afonso Henriques

Instituto Superior Técnico

Junta de Freguesia de São João de Deus

Arte na Estação

A estação Alameda abriu ao público em 1972 englobada na construção da 4ª fase do 1º escalão da rede, que decorreu entre 1966 e 1972. Em termos arquitetónicos e artísticos seguiu as diretrizes globais aplicadas a essa fase do empreendimento, o responsável pelo projecto arquitetónico foi o Arq.º Dinis Gomes e a autora do revestimento em azulejos foi a pintora Maria Keil.

O revestimento das paredes desta estação tem como base um padrão sobre fundo branco, constituído por faixas de traços inclinados, coloridos, numa paleta que vai do amarelo ao azul passando pelo verde. Jogando com a espessura dos traços, com a sua inclinação e com a gradação da cor através dos tons da paleta utilizada, Maria Keil cria uma modulação variada da densidade de cor que resulta num ritmo que se vai inscrevendo ao longo das paredes.

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A construção da Linha Vermelha (Linha do Oriente), incluída no Plano de Expansão da Rede, que cruza a Linha Verde (Linha da Caravela) ao nível da estação Alameda determinou a remodelação da estação existente e a construção de uma segunda estação, na nova linha. A estação Alameda ficou assim a constituir uma estação dupla, permitindo a correspondência entre as linhas Verde (Linha da Caravela) e Vermelha (Linha do Oriente).

Em março de 1998, reabre totalmente remodelada a estação Alameda I, pertencente à Linha Verde (Linha da Caravela), o projeto arquitetónico é da autoria do Arq.º Manuel Taínha que tratou de uma forma sóbria e equilibrada o volume mais amplo de que a estação foi dotada.

No que respeita às intervenções plásticas, foram mantidos, ao nível do átrio e das escadas originais, os revestimentos em azulejo da autoria de Maria Keil, referidos acima, e foi acrescentada uma contribuição de Noronha da Costa com um conjunto de pinturas sobre placas de mármore, onde o jogo das cores aliado à translucidez da própria pedra realçada pela iluminação, confere ao conjunto uma atmosfera irreal.

A estação Alameda II, pertencente à Linha Vermelha (Linha do Oriente), foi inaugurada em 19 de maio de 1998. Esta linha constitui um importante marco na evolução da rede do Metropolitano de Lisboa pois, para além de constituir um meio privilegiado de acesso ao grande evento constituído pela Expo ’98, terá necessariamente um efeito estruturante e dinamizador no desenvolvimento de toda a zona Oriental da cidade de Lisboa.

O projeto arquitetónico da estação Alameda II é da autoria dos Arqº’s. Manuel Taínha e Alberto Barradas que, dada a maior profundidade desta estação, organizaram o espaço em três níveis distintos. No nível mais profundo temos as plataformas, estas ligam-se a um átrio intermédio, que por sua vez tem ligação com uma galeria aéria superior de atravessamento pedonal. É no nível superior que se faz a ligação de correspondência com Alameda I, através de uma galeria que integra uma área comercial.

Em termos arquitetónicos esta estação tem uma particularidade que a destaca das demais, a sua nave é formada por uma abóbada cujo eixo é perpendicular às plataformas. Assim, a configuração do teto da estação segue uma superfície curva contínua lançada de uma extremidade à outra das plataformas.

Três artistas plásticos enriquecem os espaços da estação Alameda II, Costa Pinheiro, Alberto Carneiro e Juahana Bloomstedt.

Costa Pinheiro, para quem os grandes personagens da História de Portugal têm constituído uma notável fonte de inspiração, contribuiu com um conjunto azulejar denominado “Os Navegadores”. Esta intervenção plástica toma a forma de galeria de retratos, aplicados em nichos, onde estão patentes grandes nomes dos Descobrimentos Portugueses, dos quais destacamos, entre outros, D. João II, o Infante D. Henrique, Vasco da Gama, Fernão de Magalhães. Por vezes aparecem também, encostadas aos azulejos, pequenas esculturas em mármore.

Alberto Carneiro, um cultor da “Land Art”, marca a sua presença com uma intervenção escultórica constituída por grupos de árvores, dispersas pelos espaços de ligação da estação conferindo um toque de Natureza ao ambiente subterrâneo.

Juahana Bloomstedt, artista de origem finlandesa, foi o autor do pavimento do átrio intermédio, onde um motivo geométrico é realçado pela aplicação de três tons de mármore.

 

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