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Alvalade

Ficha Técnica

 

Horári| 2 átrios

Abertura: 06h30

Fecho: 01h00

 

Rede de vendas

– Máquinas de venda automática

Acessibilidade

A estação dispõe de elevadores (átrio norte).

Pode consultar a operacionalidade dos equipamentos através do telefone: 21 3500115 ou do email atendimento@metrolisboa.pt

 

Dados técnicos

Localização

Linha Verde

Praça de Alvalade

 

Inauguração

18 de junho de 1972

Projeto Arquitetónico: Dinis Gomes

Intervenções plásticas: Maria Keil

 

Ampliação / Remodelação

Átrio Sul – 17 de agosto de 2006
Projeto Arquitetónico: Sanchez Jorge
Intervenções Plásticas: Bela Silva

Átrio Norte – 25 de Outubro de 2007
Projeto Arquitetónico: Sanchez Jorge
Intervenções plásticas: Maria Keil

 

Pontos de interesse

Agrupamento de Escolas Eugénio dos Santos

Conselho Nacional de Educação

Escola Superior de Enfermagem de Lisboa

Hospital Júlio de Matos

Igreja Paroquial S. João de  Brito

Inatel – Parque de Jogos 1.º de Janeiro

Laboratório Nacional de Engenharia Civil  (LNEC)

Mercado de Alvalade

Palácio dos Coruchéus

Arte na Estação

A estação Alvalade abriu ao público em 1972 englobada na construção da 4ª fase do 1º escalão da rede, que decorreu entre 1966 e 1972. Em termos arquitetónicos e artísticos seguiu as directrizes globais aplicadas a esse empreendimento, o responsável pelo projeto arquitetónico foi o Arq.º Dinis Gomes e a autora do revestimento em azulejos foi a pintora Maria Keil.

O revestimento desta estação constitui um exemplo notável de ilusão volumétrica. Sobre um plano de base de azulejos em tom matizado de manganês, Maria Keil desenha ornamentos que se desenvolvem verticalmente em meandros e que, graças à gradação da cor, do branco ao lilás, ganham volume destacando-se do plano de fundo. Por vezes, o mesmo ornamento é apresentado sobre um fundo lilás claro, como se visto através de aberturas praticadas nas paredes.

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A intervenção plástica integrada na renovação/ampliação da estação Alvalade ficou a cargo da artista plástica Bela Silva tendo a produção sido efetuada na Fábrica Viuva Lamego.

Os registos que se extraem após uma leitura do novo espaço da estação traduzem uma intervenção que se estende por uma nova área de 300 m2 de azulejos pintados à mão recorrendo a técnica majolica. O tema transposto para a “tela” são as mulheres, os animais, o jogo de sedução.

A artista revela-nos que alguns pormenores são inspirados na história tradicional portuguesa “O MACACO DO RABO CORTADO, que do rabo fez navalha, da navalha fez sardinha … que aparecia no nosso livro da primária”.

Assim num dos painéis aparece o macaco desconfiado a olhar para a tesoura e a sardinha. Noutro painel, o tema da noite, simbolizado pelo mocho, bicho misterioso, um voyeur silencioso. No painel de maiores dimensões as meninas jogam à belle epoque.

Da leitura global resulta a intenção assumida pela artista que «esta» arte pública interaja com o público e estimule o imaginário coletivo. Resulta bem uma intensidade apelativa de painéis com cores fortes e alegres e que contam histórias.