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Amadora Este

Ficha Técnica

 

Horário | átrio único

Abertura: 06h30

Fecho: 01h00

 

Rede de vendas

- Máquinas de venda automática

- Posto de venda (dias úteis entre as 7h45 e as 19h45)


Acessibilidade

A estação dispõe de elevadores e escadas mecânicas.

Pode consultar a operacionalidade dos equipamentos através do telefone 21 3500115 ou do email relacoes.publicas@metrolisboa.pt

 

Interfaces

LT/Vimeca

 

Dados técnicos


Localização
Linha Azul

Praça São Silvestre, na confluência da Estrada dos Salgados com a Rua Manuel Ribeiro Paiva e a Rua Elias Garcia (Amadora).

 

Inauguração

15 de maio de 2004

Projeto arquitetónico: Leopoldo de Almeida Rosa
Intervenções plásticas: Graça Morais

 

Pontos de interesse

Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos

Casa Roque Gameiro

Centro Ciência Viva da Amadora

Galeria Municipal Artur Bual

Igreja N. Senhora Conceição da Lapa

Parque Aventura

Recreios da Amadora

URBAN BD Amadora – Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem

Arte na Estação

A estação Amadora Este é uma das duas estações pertencentes ao troço Pontinha / Amadora Este inaugurado em 15 de maio de 2004. O projeto arquitetónico é de autoria do Arquitecto Leopoldo de Almeida Rosa e o tratamento plástico ficou a cargo da pintora Graça Morais. Foi intenção criar um ambiente natural em que as paredes marginais dos cais, pelo seu desenvolvimento em altura, e as cores utilizadas – o azul e o amarelo, pela sua identificação com o céu e a terra, foram pensadas para contrariar a sensação de claustrofobia eventualmente sentida na vivência destes espaços.

Do ponto de vista arquitetónico a estação apresenta um átrio central onde se desenvolvem os três acessos diretos ao exterior, a norte e a sul do corpo principal. Este átrio é limitado por varandins sobre o cais. Foi preocupação constante, criar uma envolvência com a natureza que permitisse ao passageiro uma identificação com espaços abertos.

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Os materiais para o revestimento da estação foram selecionados de acordo com as caraterísticas de utilização de cada espaço. Para os pavimentos gerais públicos, foi aplicado mosaico de grês porcelâmico e betonilha. Nos tetos das principais áreas, utilizaram-se placas metálicas curvas e planas, microperfuradas e suspensas. Para os restantes espaços, aplicaram-se tectos metálicos ou simplesmente pintura. As bocas de saída da estação, na Praça central, apresentam uma cobertura construída “…com painéis metálicos e vidro sobre estrutura metálica tubular, sendo dotadas a esse nível de gradões de fecho”.

A intervenção plástica, a cargo da pintora Graça Morais, tendo em atenção o projeto de arquitetura e contribuindo para a criação de um ambiente natural, optou por pintar dois painéis de azulejos com fundos de uma amarelo intenso e luminoso sobre o qual desenhou “… enormes folhas de vinha virgem”. Essas linhas sobrepõe-se “…criando planos e espaços dinâmicos na horizontal e na vertical”.

Esses painéis estão estrategicamente colocados nos topos da estação (tímpanos) para que possam ser visualizados “… apesar da utilização apressada…” que este meio de transporte pressupõe.

Este tratamento plástico teve como principal objetivo levar os passageiros a identificarem-se com as “…memórias guardadas das suas origens” assim como contribuir para a evocação de um ambiente rural e de harmonia sempre que utilizem esta estação.

 

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