• Decrease
  • Increase

Ameixoeira

Ficha Técnica

 

Horário |  átrio único

Abertura: 06h30

Fecho: 01h00

 

Rede de vendas

Máquinas de venda automática

 

Acessibilidade

A estação dispõe de elevadores e escadas rolantes.

Pode consultar a operacionalidade dos equipamentos através do telefone: 21 3500115 ou do email atendimento@metrolisboa.pt

 

Dados técnicos

Localização

Linha Amarela

Junto à confluência da Rua Vitorino Nemésio com a Azinhaga da Cidade.

 

Inauguração

27 de março de 2004

Projeto Arquitetónico: Robert Mac Fadden

Intervenções plásticas: Irene Buarque

Pontos de interesse

Academia de Música Santa Cecília

Forte da Ameixoeira

Igreja de Nossa Senhora da Encarnação

Igreja Matriz da Ameixoeira

Instituto Superior de Gestão

Jardim da Ameixoeira

Jardim de Santa Clara

Parque Urbano da Ameixoeira

 

Arte na Estação

A estação Ameixoeira é uma das cinco estações pertencentes ao troço Campo Grande / Odivelas inaugurado em 27 de março de 2004. O projeto arquitetónico é da autoria do Arq.º Robert Mac Fadden e as intervenções plásticas são da autoria da Escultora Irene Buarque.

A estação, localizada na Azinhaga da Cidade, encontra-se inserida numa zona urbana em processo de consolidação e, por essa razão, o Arquiteto Coordenador do projeto, Robert Mac Fadden, julgou fundamental “localizar os seus acessos numa disposição que atendesse todas as necessidades atuais e futuras, garantindo uma boa acessibilidade”.

Ler mais

“Transparências visuais e dinamismo arquitetónico”, são as principais caraterísticas de todo o projecto.

“A seleção dos materiais, como a sua disposição foi feita com a intenção de conferir qualidade, durabilidade, segurança e facilidade de manutenção a todos os ambientes sejam eles públicos, operacionais ou de serviço”, refere Mac Fadden.

A intervenção plástica da artista Irene Buarque procurou “dialogar com o enorme espaço cilíndrico que carateriza a sua arquitetura”.

“Optando por outras formas geométricas como as esferas e os cubos, foram criados dois grandes painéis em azulejos pintados à mão e com transparências que formam planos tridimensionais em cores vibrantes, resultando dinâmicas visuais sempre diferentes conforme os utentes circulam, subindo ou descendo pela estação”.