• Decrease
  • Increase

Bela Vista

Ficha Técnica

 

Horário | átrio único

Abertura: 06h30

Fecho: 01h00


Rede de vendas 

– Máquinas de venda automática

 

Acessibilidade

A estação dispõe de elevadores e de escadas rolantes.

Pode consultar a operacionalidade dos equipamentos através do telefone: 21 3500115 ou do email atendimento@metrolisboa.pt

 

Dados técnicos

Localização

Linha Vermelha

Av. Dr. Teixeira da Mota e Av. do Santo Condestável

 

Inauguração

19 de maio de 1998

Projeto Arquitetónico: Paulo Brito da Silva

Intervenções plásticas: Querubim Lapa

Pontos de interesse

Associação de Pais e Amigos de Deficientes Profundos

Associação Promotora de Emprego para Deficientes Visuais

Escola D. Dinis

Escola Superior de Actividade Imobiliárias 

Espaço Municipal da Flamenga

Junta de Freguesia de Marvila

Parque da Bela Vista

Arte na Estação

A estação Bela Vista, uma das sete estações pertencentes ao 1º escalão da Linha D (Linha do Oriente), foi inaugurada em 19 de maio de 1998. O projecto arquitetónico foi da autoria de Paulo Brito da Silva e a intervenção plástica esteve a cargo de Querubim Lapa.

Em termos arquitetónicos a estação carateriza-se pela existência de um átrio único a meio da nave que se desenvolve, transversalmente a esta, por cima do nível dos cais aos quais se liga por meio de escadarias. Esta disposição proporcionando um atravessamento da linha, sobre a qual abre dando ao conjunto uma agradável sensação de amplidão, permite, por outro lado, a ligação do átrio à superfície em excelentes condições de captação de passageiros.

A intervenção plástica é da autoria de Querubim Lapa, pintor e ceramista concebeu para esta estação um revestimento em azulejo e dois painéis cerâmicos em relevo. Nesta intervenção optou por utilizar azulejos de 0,20mX0,20m que fogem ao tamanho tradicional. Tecnicamente teve em conta a distância a que os motivos estão colocados, visto isso ter implicações a nível da sua apreensão visual, sendo necessário utilizar uma técnica especial para prever essa situação.

Todo o trabalho de execução foi elaborado pelo o próprio artista, que teve oportunidade de aplicar todo o seu talento no campo da cerâmica, desenvolvido ao longo de muitos anos, designadamente na área das técnicas tradicionais do azulejo. Este material reveste-se de particular fascínio para o autor porque permite a composição de grandes superfícies murais, sendo importante valorizar a sua utilização “como prática decorativa tradicional de uma cidade e não (…) como indiferenciado suporte para desenho ou pintura” nas suas próprias palavras.