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Cais do Sodré

Ficha Técnica

 

Horário | átrio único

Abertura: 06h30

Fecho: 01h00

 

Rede de vendas

– Máquinas de venda automática

– Posto de venda aberto aos dias úteis entre as 7h45 e as 20h30.

Acessibilidade

A estação dispõe de elevadores e de escadas rolantes.

Pode consultar a operacionalidade dos equipamentos através do telefone: 21 3500115 ou do email atendimento@metrolisboa.pt

 

Interfaces

Carris

CP

Transtejo

 

Dados técnicos

Localização

Linha Verde

Praça Duque da Terceira.

 

Inauguração

18 de abril de 1998

Projeto Arquitetónico: Teotónio Pereira e Pedro Botelho

Intervenções plásticas: António Dacosta e Pedro Morais

 

Pontos de interesse

Agência Europeia de Segurança Marítima – EMSA

Associação Naval de Lisboa

Escola Profissional do Comércio Internacional

Escola Técnica de Imagem e Comunicação (ETIC)

IADE – Creative University

Igreja de S. Paulo

Junta de Freguesia de S. Paulo

Mercado da Ribeira

Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência – EMCDDA 

Ordem dos Arquitectos

Praça D. Luís I

Praça de S. Paulo

Teatro A Barraca

Arte na Estação

A estação de metropolitano do Cais do Sodré, inaugurada em abril de 1998, constitui uma das mais importantes do sistema de transportes de Lisboa. Esta estação vai permitir a correspondência direta entre o metropolitano, o caminho de ferro suburbano (linha de Cascais) e o transporte fluvial.

Em termos volumétricos apresenta uma maior dimensão relativamente às restantes estações o que se tornou necessário para a satisfação da sua articulação funcional.

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Durante a sua execução foram feitos alguns achados arqueológicos, devidamente estudados pelos serviços competentes (IPPAR).

 

O projeto arquitetónico foi da autoria do Arq.º Nuno Teotónio Pereira e a intervenção plástica de António Dacosta.

 

António Dacosta, pintor surrealista e depois abstrato, foi também membro do Grupo Surrealista de Lisboa. Antes de falecer deixou alguns esboços para a estação Cais do Sodré que foram integrados na estação segundo a interpretação do pintor Pedro Morais.

 

No cais da estação podemos encontrar grandes painéis de azulejos representando um coelho apressado, numa evocação duma das personagens do clássico da literatura universal “Alice no País das Maravilhas”, de Lewis Carroll.

 

Sob as escadas de acesso ao exterior podemos encontrar uma superfície curva de azulejos azuis por onde, pontualmente, correm lençois de água, e que parece responder à parede da caixa das escadas com luz natural, superfície curva modelada pela sucessão de placas lisas de calcário de notável envolvência estética.

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