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Campo Grande

Ficha Técnica

 

Horário | átrio único

Abertura: 06h30

Fecho: 01h00

 

Rede de vendas

- Máquinas de venda automática

- 2 Postos de venda:

 1) dias úteis entre as 7h45 e as 19h45;

 2) todos os dias entre as 7h45 e as 20h30.

Espaço Cliente

Aberto aos dias úteis, das 8h30 às 19h30 com posto de receção de cartões Lisboa viva urgentes.

 

Acessibilidade

A estação dispõe de escadas rolantes.

Pode consultar a operacionalidade dos equipamentos através do telefone: 21 3500115 ou do email relacoes.publicas@metrolisboa.pt

 

Interfaces

Barraqueiro Oeste

Boa Viagem

Carris

Empresa Barraqueiro

Isidoro Duarte

Mafrense

Ribatejana

Rodoviária de Lisboa

Rodoviária do Tejo

 

Dados técnicos


Localização

Linha Amarela

Linha Verde

Viaduto do Campo Grande, junto à R. Cipriano Dourado.

 

Inauguração

1 de Abril de 1993

Projecto Arquitetónico: Ezequiel Nicolau

Intervenções plásticas: Eduardo Nery

 

Pontos de interesse

Associação de Paralisia Cerebral de Lisboa (APCL)

Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama

Escola Nacional de Saúde Pública 

Fundação Cidade de Lisboa

Hipódromo

Hospital Pulido Valente

Instituto de Biofísica e Engenharia Biomédica

Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge

Museu da Cidade

Museu  Rafael Bordalo Pinheiro

Universidade Lusófona

Arte na Estação

A estação Campo Grande abriu ao público em 1993, tendo sido a primeira estação do Metropolitano construida em viaduto. É uma estação de correspondência entre as linhas da Caravela (Campo Grande-Cais do Sodré) e do Girassol (Campo Grande-Rato), para além disso constitui também um importante interface com os transportes rodoviários. As instalações ferroviárias que lhe estão associadas incluem ainda um ramal de acesso ao Parque de Material e Oficinas de Calvanas. O projeto arquitetónico da estação é da autoria do Arq.º Ezequiel Nicolau e a intervenção plástica de Eduardo Nery.

No espaço interior da estação e dentro de uma linha que reflete o seu percurso artístico, Eduardo Nery vai conceber uma decoração baseada em figuras típicas da azulejaria do século XVIII, as “figuras de convite”, que habitualmente eram colocadas à entrada, nos vestíbulos e escadarias dos grandes edíficios da época, numa atitude de boas-vindas. Eduardo Nery vai transpor estas figuras tradicionais de boas-vindas para este espaço, propondo uma junção entre o tradicional e o contemporâneo. Nas próprias palavras do artista “…este jogo dialético entre modernidade e tradição azulejar corresponde, por um lado, a uma reflexão sobre a azulejaria figurativa do século XVIII e, por outro, a uma re-criação, algo surrealizante, da pintura sobre azulejo desse período.”

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Com efeito as quatro figuras, duas femininas e duas masculinas, vão ser desmontadas e novamente compostas, aproveitando a quadrícula própria do azulejo, numa representação totalmente inovadora, com um resultado surpreendente e divertido. A sua experiência artística com os conceitos da Op Art, fazem desta composição uma excelente aplicação da simulação ótica. É possível que Eduardo Nery tenha tido em conta, quando pensou nas figuras de convite, os magníficos exemplares da Quinta dos Arcebispos em Santo Antão do Tojal, e do Palácio Pimenta, locais a que esta estação confere acessibilidade, na lógica de que os locais podem inspirar os artistas quando se trata de arte pública.

No espaço exterior e atendendo que o nó ferroviário se desenvolve sobre o Campo Grande, provocando impactos ambientais, o artista vai mais uma vez pôr em prática os seus conhecimentos com a arte da ilusão de ótica, com o objetivo de minorar os eventuais efeitos negativos. Assim, vai colocar ao longo dos viadutos painéis acústicos de betão, adornados com linhas oblíquas, que dinamizam e atenuam o efeito de barreira destas estruturas. Nos pilares de suporte dos viadutos, com uma paleta de cores em gradação, coloca, com efeitos geometrizantes, barras de azulejos que acentuam a verticalidade.

 

Bibliografia:

Castel-Branco Pereira, João, Arte Metropolitano de Lisboa

Edição Metropolitano de Lisboa EP, 1995.

Fotografia: Alberto Plácido.

 

 

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