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Campo Pequeno

Ficha Técnica

 

Horário | 2 átrios

Abertura do átrio norte: 06h30

Fecho do átrio norte: 01h00

Abertura do átrio sul: 06h30

Fecho do átrio sul: 21h30, nos dias úteis; encerrado aos fins de semana e feriados

 

Rede de vendas 

Máquinas de venda automática

 

Acessibilidade

A estação não dispõe de elevadores e de escadas rolantes.

 

Dados técnicos

Localização

Linha Amarela

Av. da República, cruzamento com a

Av. de Berna.

 

Inauguração

29 de dezembro de 1959

Projeto Arquitetónico: Falcão e Cunha

Intervenções plásticas: Maria Keil

 

Ampliação

Átrio Sul – 26 de março de 1979

Projeto Arquitetónico: Benoliel de Carvalho

Intervenções plásticas: Maria Keil

 

Remodelação

29 de dezembro de 1994

Projeto Arquitetónico: Duarte Nuno Simões

Intervenções plásticas: Francisco Simões

 

Pontos de interesse

Biblioteca Municipal Palácio Galveias

Casa da Moeda

Culturgest

Ministério da Educação

Praça de Touros do Campo Pequeno

Sede da Caixa Geral de Depósitos

Sede do Tribunal de Contas

Universidade Nova de Lisboa – Faculdade de Ciências Sociais e Humanas

 

Arte na Estação

A estação Campo Pequeno é uma das onze estações pertencentes à 1ª fase do 1º escalão da construção da rede do Metropolitano de Lisboa, abriu ao público em 1959 quando da inauguração da rede. Em termos arquitetónicos e artísticos seguiu o programa então adotado para todas as estações desse escalão, o projeto arquitetónico é da autoria do Arq.º Falcão e Cunha e o revestimento de azulejos da autoria da pintora Maria Keil.

Para esta estação, o revestimento de azulejos criado por Maria Keil é constituído por uma malha de linhas oblíquas brancas ou ocres que se entrecruzam sobre um fundo azul claro, definindo um padrão que lembra uma estrutura cristalina. Aqui e além, alguns dos elementos deste padrão são coloridos a ocre ou a branco e preto, ganhando volume, destacando-se assim do plano de fundo.

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Em 1994 foi totalmente remodelada com projeto arquitetónico dos Arq.º Duarte Nuno Simões e Arq.º Nuno Simões. Para a animação plástica foi convidado o escultor Francisco Simões que seguiu uma linha temática decorrente do historial do local onde a estação se insere.

O local da estação é uma zona de Lisboa onde até durante a primeira metade do século se dava a entrada na cidade das populações das zonas rurais que a envolvem, e que vinham à cidade vender os seus produtos.

Francisco Simões com este seu trabalho vai homenagear estas figuras típicas. Escolheu como matéria prima os inúmeros e belíssimos mármores portugueses, lioz, de Pêro Pinheiro, azulino, de Maceira, encarnadão e amarelo de Negrais, rosa de Vila Viçosa, ruivina de Estremoz, brechas de Tavira, negro de Mem Martins, verde de Viana do Alentejo, cinzento de Trigaches e azul da Bahia no Brasil e ainda pedras semi-preciosas, como ágata e onix.

Nas plataformas podemos apreciar painéis alusivos à Festa Brava, construidos a partir de um minucioso trabalho de embutidos de diversos mármores, os painéis dos átrios das bilheteiras seguem a mesma temática mas são gravados.

O autor considera-se um descendente dos escultores da escola de Mafra, das suas técnicas manuais de dar vida à pedra. Na época da mecanização recusa o facilitismo destes processos, preferindo o moldar cuidado de cada centímetro de pedra por processos manuais. O resultado final é esplendoroso, os brilhos dos mármores são potenciados libertando a sua beleza escondida.

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