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Chelas

Ficha Técnica

 

Horário | átrio único

Abertura: 06h30

Fecho: 01h00


Rede de vendas 

– Máquinas de venda automática

 

Acessibilidade

A estação dispõe de elevadores e de escadas rolantes.

Pode consultar a operacionalidade dos equipamentos através do telefone: 21 3500115 ou do email atendimento@metrolisboa.pt

Dados técnicos

 

Localização

Linha Vermelha

Av. Dr. Augusto de Castro(junto à R. André Vidal de Negreiros).

 

Inauguração

19 de maio de 1998

Projeto Arquitetónico: Ana Nascimento

Intervenções plásticas: Jorge Martins

 

Pontos de interesse

Associação Portuguesa de Escolas de Condução

Associação Portuguesa de Portadores de Trissomia 21

CERCI Lisboa

Estação Cabo Ruivo Carris

Instituto Superior de Engenharia de Lisboa

Arte na Estação

A estação Chelas, uma das sete estações pertencentes ao 1º escalão da Linha D (Linha do Oriente), foi inaugurada em 19 de maio de 1998. O projeto arquitetónico foi da autoria da Arq.ª Ana Nascimento e a intervenção plástica esteve a cargo de Jorge Martins.

Em termos arquitetónicos a estação carateriza-se pela existência de um átrio único a meio da nave que se desenvolve, transversalmente a esta, por cima do nível dos cais aos quais se liga por meio de escadarias. Esta disposição proporcionando um atravessamento da linha, sobre a qual abre dando ao conjunto uma agradável sensação de amplidão, permite, por outro lado, a ligação do átrio à superfície em excelentes condições de captação de passageiros. Num dos lados do átrio existe um “poço de luz” que, partindo da laje de cobertura do átrio, vai até à superfície permitindo a entrada de luz natural deixando perceber a ligação e proximidade do exterior.

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Há ainda a salientar como elemento inovador, o fato de existirem nesta estação instalações técnicas localizadas nos topos longitudinais da estação apresentando janelas para o interior da nave. Essas paredes dos topos dos cais, foram ornamentadas com uma segunda parede em pedra lioz, ligeiramente afastada da parede original e inclinada para o interior da estação, apresentado aberturas assimétricas, mais ou menos ao nível das janelas da parede original, conferindo ao todo um efeito de cénico.

Ao nível do cais a marcação da faixa de proteção (faixa amarela) foi reforçada pela introdução de pontos luminosos (fibras óticas) integrados em elementos metálicos, acentuando a informação da zona, não só aos deficientes visuais como também aos deficientes auditivos (através da mudança de cor dos pontos luminosos).

A intervenção plástica de Jorge Martins constitui um trabalho de grande vulto já que implicou a conceção do revestimento de, praticamente, toda a área da estação, tendo mesmo sido revestidas a azulejo as colunas. Tendo em conta que a estação foi concebida como um grande espaço aberto com plena comunicação visual entre o átrio e os cais, o duplo pé direito daí resultante proporcionou ao artista grandes superfícies de alçados para desenvolver o seu trabalho, os painéis para aí criados têm como novidade o fato de terem sido trabalhados em volume, este efeito estético foi reforçado por iluminação própria.

Com efeito existe nesta estação uma perfeita integração entre a arquitetura e a intervenção plástica, não conseguindo por vezes o olhar do leigo destrinçar onde acaba uma especialidade e começa a outra.