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Intendente

Ficha Técnica

 

Horário | 2 átrios

Abertura do átrio sul: 06h30

Fecho do átrio sul: 01h00

Abertura do átrio norte: 06h30

Fecho do átrio norte: 21h30, nos dias úteis; encerrado aos fins de semana e feriados

 

Rede de vendas 

– Máquinas de venda automática

 

Acessibilidade

A estação dispõe de escadas rolantes (átrio norte).

Pode consultar a operacionalidade dos equipamentos através do telefone: 21 3500115 ou do email atendimento@metrolisboa.pt


Dados técnicos

Localização

Linha Verde

Av. Almirante Reis, entroncamento com a R. Andrade.

 

Inauguração

28 de setembro de 1966

Projeto Arquitetónico: Dinis Gomes

Intervenções plásticas: Maria Keil

 

Ampliação

Átrio Norte | 7 de março de1977

Projeto Arquitetónico:  Dinis Gomes

Intervenções plásticas: Maria Keil

Pontos de interesse

Antiga Fábrica Viúva Lamego – CML

Associação dos Inquilinos Lisbonenses

Capela de Santo António

Embaixada da Alemanha

Igreja Coração de Maria

Largo do Intendente Pina Manique

Mercado Forno do Tijolo

Hospital Santo António dos Capucho

Arte na Estação

A estação Intendente abriu ao público em 1966 englobada na 3ª fase da construção do 1º escalão da rede, que decorreu entre 1963 e 1966. Em termos arquitetónicos e artísticos seguiu as diretrizes globais aplicadas a esse empreendimento, o responsável pelo projeto arquitetónico foi o Arq.º Dinis Gomes e a autora do revestimento em azulejos foi a pintora Maria Keil.

O revestimento azulejar desta estação é considerado por alguns autores como o mais notável de todos da série produzida para o Metropolitano entre 1957 e 1982. “Uma obra-prima do azulejo contemporâneo, onde Maria Keil sintetiza os valores específicos do segundo período da sua azulejaria, senão mesmo de toda a sua obra, realizada até ao presente momento.”, diz António Rodrigues no Catálogo da Exposição Maria Keil-Azulejos, realizada no Museu Nacional do Azulejo, em 1989.

A composição básica da estrutura deste revestimento, consiste na duplicação a negro ou a azul da própria rectícula do azulejo em quadrado ou em retângulos, atingindo um efeito de “debruado” (os traços negros foram conseguidos através da utilização da técnica da “corda seca”). Toda a conceção artística assenta num desenvolvimento de uma construção gráfica de teor geométrico, num vago lembrar de uma paisagem urbana. A inclusão de cores contrastantes, como o azul turquesa e o castanho, (este último aplicado “à esponja”) conferem-lhe uma luminosidade vibrante.