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Martim Moniz

Ficha Técnica

 

Horário | átrio único

Abertura do átrio: 06h30

Fecho do átrio: 01h00

 

Rede de vendas 

– Máquinas de venda automática

 

Acessibilidade

A estação não dispõe de elevadores e de escadas rolantes.

 

Dados técnicos


Localização

Linha Verde

R. Martim Moniz, cruzamento com a R. Fernandes da Fonseca.

 

Inauguração

26 de setembro de 1966

Projeto Arquitetónico: Dinis Gomes

Intervenções plásticas: Maria Keil

 

Remodelação

10 de maio de 1997

Projeto Arquitetónico: Paulo Brito da Silva

Intervenções plásticas: Gracinda Candeias e José João Brito

Pontos de interesse

Castelo S. Jorge

Hospital de S. José (Centro Hospitalar de Lisboa Central)

Sé Catedral de Lisboa (Igreja de Santa Maria Maior)

Largo da Graça

Miradouro da Graça

 

Arte na Estação

A estação Martim Moniz (antiga estação Socorro) abriu ao público em 1966 englobada na 3ª fase da construção do 1º escalão da rede, que decorreu entre 1963 e 1966, em termos arquitetónicos e artísticos seguiu as diretrizes globais aplicadas a esse empreendimento, o responsável pelo projeto arquitetónico foi o Arq.º Dinis Gomes e a autora do revestimento em azulejos foi a pintora Maria Keil.

O padrão do revestimento de azulejos criado por Maria Keil para esta estação tem como base formas circulares e traços verticais, com um colorido em tons luminosos que se conjugam de forma harmoniosa.

Em 1997, no âmbito do programa de beneficiação e expansão da rede, que decorrerá até 1999, esta estação foi totalmente remodelada. A remodelação teve projeto arquitetónico da autoria do Arq.º Paulo Brito da Silva e intervenção plástica dos artistas Gracinda Candeias e José João Brito.

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A estação Martim Moniz serve a zona que lhe deu o nome, local onde se verifica uma confluência de culturas e diversidade étnica. Esta característica multicultural inspirou Gracinda Candeias, que produziu um trabalho plástico em azulejo representativo da convergência de culturas que caraterizam o local.

Com elementos da escrita árabe compõe o – “tema mourisco”, a partir de elementos versando o fado castiço e as touradas concebe o – “tema português” e através de elementos inspirados nas cores e no desenho dos tecidos indígenas do séc XVI consegue o – “tema africano”.

José João Brito vai trabalhar o tema da conquista de Lisboa e o episódio de Martim Moniz, reproduzindo em peças escultóricas em diversos tipos de mármore: guerreiros, cavaleiros medievais, personalidades eclesiásticas e uma escultura de Martim Moniz, em alusão ao nome do local onde se encontra a estação.

Estas novas intervenções artísticas passam a figurar lado a lado com azulejos da consagrada Maria Keil, a Empresa tem tido a preocupação de manter, sempre que possível, a prestigiada obra desta artista em todas as estações remodeladas, como parte inseparável do património artístico do Metropolitano.