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Oriente

Ficha Técnica

 

Horário | átrio único

Abertura: 06h30

Fecho: 01h00

 

Rede de vendas

- Máquinas de venda automática

- 2 Postos de venda:

 1) dias úteis entre as 7h45 e as 19h45;

 2) todos os dias entre as 7h45 e as 20h30.

 

Acessibilidade

A estação dispõe de elevadores e de escadas rolantes.

Pode consultar a operacionalidade dos equipamentos através do telefone: 21 3500115 ou do email relacoes.publicas@metrolisboa.pt

 

Interfaces

CP

Rodoviária de Lisboa

Rodoviária do Tejo

 

Dados técnicos

Localização

Linha Vermelha

Avenida de Berlim (junto à Gare Intermodal do Oriente).

Inauguração

19 de maio de 1998

Projeto Arquitetónico: Sanchez Jorge

Intervenções plásticas: António Ségui, Artur Boyd, Errö, Hundertwasser, Yahou-Kussuma, Joaquim Rodrigo, Abdoulaye Konaté, Sean Scully, Raza, Zao Wou Ki e Magdalena Abakanowicz

 

Pontos de interesse

Campus de Justiça de Lisboa

Companhia Nacional de Bailado – Teatro Camões

Gare do Oriente

Oceanário de Lisboa

Parque das Nações

Parque Tejo

Pavilhão Atlântico

Pavilhão da Ciência e do Conhecimento

Repartição das Finanças

Torre Vasco da Gama

Arte na Estação

A estação Oriente faz parte integrante da Gare intermodal de Lisboa (GIL) e constitui a estação terminal, a Norte, do 1º escalão da Linha D (Linha do Oriente) do Metropolitano de Lisboa, tendo sido inaugurada a 19 de maio de 1998.

Em termos arquitetónicos a estação carateriza-se pela existência de um átrio único de grandes dimensões que se desenvolve por sobre a nave da estação abrindo apenas nos topos sobre as vias e comunicando com o nível dos cais através de escadarias laterais.

O projeto arquitetónico da estação de metropolitano, foi da autoria do Arq.º Sanchez Jorge. Pretendeu este, refletir nos acabamentos a temática geral aplicada à Expo ’98 – Os Oceanos. Assim, tirando partido do maior pé direito existente nos topos do átrio, zona onde este abre sobre as vias, instalou na laje de cobertura estruturas metálicas que lembram velas e proas de barcos, os gradeamentos dos topos dos cais e das escadarias são estilizações de ondas que, graças a uma hábil ilusão de ótica, parecem ondular à medida que o observador vai passando por elas, as colunas estão cobertas por elementos metálicos que integram arpões, por último, a luz foi criteriosamente aplicada de forma a valorizar todo o ambiente.

Em termos artísticos a estação Oriente constitui a materialização da intenção de realçar o cunho universalista do tema principal da Expo ’98 – Os Oceanos – perpetuando, assim, esta efeméride.

Esta intervenção está na linha de uma posição cultural desde sempre adotada pelo Metropolitano de Lisboa convidando, predominantemente, artistas plásticos portugueses para intervirem nas várias estações novas ou em remodelações das antigas. Nesta estação, dada a universalidade do tema programático da Expo ’98, compreende-se que o Metropolitano tenha alargado o seu convite a artistas de todo o Mundo. Para isso foram convidados onze artistas de reconhecido mérito internacional representativos dos cinco continentes – cinco europeus, três asiáticos, um africano, um americano e um australiano – cuja contribuição se descreve sucintamente em seguida:

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Joaquim Rodrigo de Portugal que contribuiu com um painel em azulejo denominado “Praia do Vau”, é de salientar que este trabalho constituiu a sua derradeira obra, tendo deixado indicações expressas para que fosse Querubim Lapa o responsável pela sua passagem a azulejo e integração na estação.

Hundertwasser da Áustria, com uma intervenção plástica em azulejo, obra denominada “Submersão da Atlântida”, constitui uma representação do mítico continente desaparecido, numa atmosfera misteriosa e fascinante.

Yayoi-Kusama do Japão, também com um trabalho em azulejo, que ocupa as duas paredes do topo Norte da estação de cada lado da linha férrea, a leitura é de conjunto apesar de ser interrompida pelo próprio túnel.

Raza da Índia, com um trabalho em azulejo denominado “Les Océans” onde salienta os elementos essenciais, “a visão da terra, dos oceanos, da luz, da natureza onde a humanidade inteira respira como uma só família.”

Errö da Islândia, apresenta um trabalho em azulejo onde a temática versa os mitos e lendas ligados ao mar, com inspiração em figuras da mitologia clássica (Anfitrite, Poseidon) e, também fatos e grandes episódios marítimos como as expedições portuguesas e a tragédia do Titanic, numa narrativa descontinua, aplicando uma linguagem estética afim à banda desenhada.

Zao Wou Ki da China, o seu painel em azulejo transmite toda a serenidade da imensidão dos oceanos, numa maravilhosa gradação das diferentes tonalidades das cores do mar.

Abdoulaye Konaté do Mali, com uma intervenção em azulejo. A sua obra conjuga uma linguagem muito singular fruto das suas tradições culturais com caraterísticas contemporâneas, conseguindo uma estética universal.

António Ségui da Argentina, também com um painel em azulejo que ocupa as duas paredes do topo Sul da estação da cada lado da linha férrea. Constitui uma representação muito detalhada de elementos ligados ao mar.

Arthur Boyd da Austrália, com uma intervenção em azulejo onde compôs uma maravilhosa marinha em tons suaves e traços sutis.

Sean Scully da Irlanda, com um painel em azulejo de estética abstracta.

Magdalena Abakanowicz da Polónia, cuja intervenção é constituída por uma escultura de grandes dimensões em bronze denominada “Fish”.

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