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Pontinha

Ficha Técnica

 

Horário | átrio único

Abertura: 06h30

Fecho: 01h00

 

Rede de vendas

– Máquinas de venda automática

Acessibilidade

A estação dispõe de elevadores e escadas mecânicas.

Pode consultar a operacionalidade dos equipamentos através do telefone: 21 3500115 ou do email atendimento@metrolisboa.pt

 

Interfaces

Carris

Rodoviária de Lisboa

LT/Vimeca

 

Dados técnicos

Localização

Linha Azul

Estrada Militar à Pontinha, cruzamento com a Estrada da Correia.

 

Inauguração

18 de outubro de 1997

Projeto arquitetónico: Ana Nascimento

Intervenções plásticas: Jacinto Luís

 

Pontos de interesse

Complexo Desportivo UDR Santa Maria

Biblioteca D. Dinis – Núcleo da Pontinha

Arte na Estação

A estação Pontinha abriu ao público em 1997, o projeto arquitetónico é da autoria da Arq.ª Ana Nascimento e a intervenção plástica é de Jacinto Luís.

Esta estação, localizada numa zona de transição de três concelhos (Lisboa, Odivelas e Amadora) é geradora de grandes fluxos de tráfego, de e para o centro da cidade, constitui um dos terminais da linha da Gaivota e faz parte de um importante interface intermodal.

O edifício da estação, que lhe é exclusivo, está situado no centro de uma praceta e tem apenas um piso, o do átrio, acima do nível do solo. Em todas as quatro fachadas e parte da cobertura, em abóbada, existem amplas aberturas envidraçadas permitindo a iluminação com luz natural do espaço interior.

Ao entrarmos na estação verificamos que o átrio é constuído por uma “passerelle” larga que a atravessa de lado a lado, ligando as duas entrada e deixando amplas aberturas de um lado e de outro relativamente aos topos da estação. Estas aberturas unificam o espaço interior até ao nível dos cais e, como num passe de mágica, somos transportados do piso térreo em que nos encontramos, vindos do exterior, para o piso mais elevado, visto agora do interior da estação. A autora do projeto de arquitetura utilizou os azulejos de revestimento para desenhar linhas oblíquas de cores puras que percorrem, entrecruzando-se, os vários níveis em que se desenvolvem as paredes da estação, contribuindo assim para reforçar a unificação do espaço interior.

No que respeita à intervenção plástica, Jacinto Luís apresenta-nos uma série de nove obras pintadas sobre madeira versando temas de natureza morta seguindo a via artística do hiper-realismo, de que Jacinto Luís é seguidor.