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Rato

Ficha Técnica

 

Horário |  átrio único

Abertura: 06h30

Fecho: 01h00

 

Rede de vendas

Máquinas de venda automática

 

Acessibilidade

A estação dispõe de elevadores e escadas mecânicas.

Pode consultar a operacionalidade dos equipamentos através do telefone: 21 3500115 ou do email atendimento@metrolisboa.pt

 

Dados técnicos

Localização

Linha Amarela

Largo do Rato.

 

Inauguração

29 de dezembro de 1997

Projeto Arquitetónico: Sanchez Jorge

Intervenções plásticas: Vieira da Silva e Arpad Szènés.


Pontos de interesse

Automóvel Clube de Portugal (ACP)

Associação Portuguesa de Apoio aos Diabéticos (APDP)

Associação Portuguesa de Deficientes

Embaixada Britânica 

Embaixada de Itália

Esquadra da PSP Largo do Rato

Faculdade de Ciências

Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva

Jardim Botânico

Junta de Freguesia Santa Isabel

Jardim da Estrela

Junta de Freguesia das Mercês

Museu da Mãe de Água 

Museu Geológico

Museu Nacional de História Natural e da Ciência

Museu João de Deus

Teatro da Cornucópia

Sociedade Nacional de Belas Artes

 

Arte na Estação

A estação Rato abriu ao público em 1997. O projeto arquitetónico é da autoria do Arq.º Sanchez Jorge e as intervenções plásticas são da autoria de Vieira da Silva e Arpad Szènés em transposição para azulejo por Manuel Cargaleiro.

Arpad Szènés estudou em Budapeste, casou com Vieira da Silva em 1930, naturalizou-se francês em 1956, pintor neo-figurativo abstratizante e depois abstrato. Ligado intimamente a Portugal, Arpad amava a sua luz e a sua paisagem (como se pode ver em “La Course Portugaise” de 1935). Com Vieira da Silva passou no Brasil uma parte da 2ª Guerra Mundial, tendo depois fixado residência em França. Nesta estação que serve a zona onde se encontra a Fundação Arpad Szénés-Vieira da Silva, o Metropolitano de Lisboa decidiu homenagear os dois artistas.

Nos topos da nave da estação encontram-se os painéis que reproduzem “Ville en Extension”, uma obra de Vieira da Silva datada de 1970 e “Banquet”, um trabalho de Arpad Szènés realizado em 1948. Estes paineis foram transpostos para azulejo por Manuel Cargaleiro.

Manuel Cargaleiro contribui também com o revestimento de azulejos com baixo relevo de motivos geométricos (círculos, quadrados e losangos) em fundo beige nos lambris ao longo dos cais e no enquadramento dos painéis de Arpad e Vieira da Silva, o mesmo padrão de azulejos é também utilizado, agora em fundo verde garrafa, nos átrios e galerias das escadas rolantes.