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Saldanha

Ficha Técnica

 

Horário | 3 átrios

Abertura: 06h30

Fecho: 01h00

 

Rede de vendas | Estação Saldanha I (Linha amarela)

- Máquinas de venda automática

- Posto de venda (dias úteis entre as 7h45 e as 19h45)

 

Rede de vendas | Estação Saldanha II (Linha vermelha)

Máquinas de venda automática

 

Acessibilidade

A estação dispõe de elevadores e escadas mecânicas.

Pode consultar a operacionalidade dos equipamentos através do telefone: 21 3500115 ou do email relacoes.publicas@metrolisboa.pt

 

Dados técnicos


Localização
Linha Amarela
Praça Duque de Saldanha.

Linha Vermelha
Avenida Duque de Ávila.

Inauguração
29 de dezembro de 1959

Projeto Arquitetónico: Falcão e Cunha
Intervenções plásticas: Maria Keil

Ampliação
Átrio Norte | 11 de fevereiro de 1977

Projeto Arquitetónico: Benoliel de Carvalho

Intervenções plásticas: Maria Keil

Remodelação
Átrio Norte | 28 de Dezembro de 1996
Projeto Arquitetónico:  Paulo Brito da Silva
Intervenções plásticas: Jorge Vieira e Luis Filipe de Abreu

Remodelação
Átrio Sul | 17 de Maio de 1997
Projeto Arquitectónico: Paulo Brito da Silva
Intervenções plásticas: Jorge Vieira e Luís Filipe de Abreu


Remodelação
Átrio Norte | Agosto de 2009
Projeto Arquitectónico: Paulo Brito da Silva
Intervenções plásticas:  José Almada Negreiros

Pontos de interesse

Casa Museu Dr. Anastácio Gonçalves

Direcção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural

Direcção Geral do Consumidor

Direcção geral do Ensino Superior 

Embaixada da Russia

Embaixada do Chile

Hospital Particular de Lisboa

Instituto de Reumatologia

Junta de Freguesia de S. Sebastião da Pedreira

Maternidade Dr. Alfredo da Costa

Ministério da Saúde

União Zoófila

 

Arte na Estação

A estação Saldanha é uma das onze estações pertencentes à 1ª fase do 1º escalão da construção da rede do Metropolitano de Lisboa, abriu ao público em 1959 quando da inauguração da rede. Em termos arquitetónicos e artísticos seguiu o programa então adotado para todas as estações desse escalão, o projeto arquitetónico é da autoria do Arq.º Falcão e Cunha e o revestimento de azulejos da autoria da pintora Maria Keil.

O padrão do revestimento em azulejos consiste numa composição com base em retângulos a traço ocre sobre fundo branco ou azul com alguns apontamentos a traço negro. Atualmente estes revestimentos já não existem.

Em 1996 é sujeita a uma profunda remodelação, com projeto arquitetónico da autoria do Arq.º Paulo Brito da Silva, e intervenções plásticas de Jorge Vieira e Luís Filipe de Abreu.

A temática geral escolhida para a estação pelos dois artistas intervenientes, centra-se no desenvolvimento do tema – “as caraterísticas universais do Homem” – mais concretamente na componente – “o Homem em movimento”.

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A intervenção plástica do escultor Jorge Vieira utiliza o mármore rosa da região de Borba como material para esculpir, aqueles que são por excelência, – “os instrumentos de trabalho do Homem” – ou seja, as mãos, os braços e a cabeça, que coloca nas paredes das zonas de circulação, corredores e escadarias.

Luís Filipe de Abreu opta por um trabalho em azulejo, desenvolvido dentro dos parâmetros da azulejaria tradicional. Ao longo dos cais de embarque, os temas: os quatro elementos, Terra, Água, Ar e Fogo, as estações do ano, momentos como o Encontro, a Despedida e a Espera. Os cinco sentidos, figuras de convite e motivos decorativos ao gosto barroco, surgem colocados em nichos.

A extensão da Linha Vermelha (Oriente), incluída no Plano de Expansão da Rede, que cruza a Linha Amarela (Gaivota) ao nível da estação Saldanha, determinou a remodelação da estação existente e a construção de uma segunda estação. A estação Saldanha ficou assim a constituir uma estação dupla, permitindo a correspondência entre as linhas Vermelha (Oriente) e Azul (Gaivota).

Em agosto de 2009, reabre totalmente remodelada a estação Saldanha I com projeto de Arquitectura a cargo do Arqt.º Paulo Brito da Silva e Arqt.ª Sofia Carrilho. A temática geral escolhida para a estação pelos dois artistas intervenientes – Jorge Vieira e Luís Filipe de Abreu -, centra-se no desenvolvimento do tema “As características universais do Homem”, mais concretamente na componente “o Homem em movimento”.

O escultor Jorge Vieira utiliza o mármore rosa da região de Borba como material para esculpir, aqueles que são por excelência, – “os instrumentos de trabalho do Homem” – ou seja, as mãos, os braços e a cabeça, que coloca nas paredes das zonas de circulação, corredores e escadarias.

Luís Filipe de Abreu opta por um trabalho em azulejo dentro dos parâmetros da azulejaria tradicional. Ao longo dos cais de embarque o artista desenvolve, através de painéis que imprimem força em cores e emoções, temáticas como os “quatro elementos – Terra, Água, Ar e Fogo -, as estações do ano, momentos de Encontro, de Despedida e de Espera, num percurso de diálogos e descobertas sensoriais à luz dos temas “Homem”, “Lugar” e “Tempo”.

A estação Saldanha II foi inaugurada em agosto de 2009, o projeto de Arquitectura é também da responsabilidade do Arq. Germano Venade.

A Intervenção plástica evoca o trabalho de Almada Negreiros, e ficou a cargo do seu filho Arqt.º José Almada Negreiros, centrando-se na sua obra literária (manifestos, poemas, romances e teatro) e na sua obra plástica como desenhos e pinturas de grande dimensão.

Para transmitir a ideia de uma personagem portadora de uma enorme sabedoria, tendo em consideração a intensidade com que desenvolvia os seus trabalhos e se entregava aos seus ideais, José Almada Negreiros criou imagens de grande impacto e de alto contraste que são visualizadas a vários metros de distância.
Excertos de obras e de desenhos, gravadas de forma indelével nas paredes, poderão ser encontrados onde o sentido da leitura coincide com o percurso dos passageiros. Traçados geométricos nos rodapés, tetos e paredes, mantendo a linha horizontal, importante para o observador em andamento, e libertando a parte central mais alta do cais foram, também, elementos selecionados pelo filho e que contribuem, sem dúvida, para o aspeto plástico geral simples, claro, mas austero que a estação emana.

 

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