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Telheiras

Ficha Técnica

 

Horário | átrio único

Abertura: 06h30

Fecho: 01h00

 

Rede de vendas

- Máquinas de venda automática

 

Acessibilidade

A estação dispõe de elevadores (com acesso ao exterior) e escadas rolantes.

Pode consultar a operacionalidade dos equipamentos através do telefone: 21 3500115 ou do email relacoes.publicas@metrolisboa.pt

 

Dados técnicos


Localização

Linha Verde

Entre a Rua Prof. Francisco Gentil e a Estrada de Telheiras junto à Azinhaga do Areeiro.

 

Inauguração

2 de novembro de 2002

Projeto Arquitetónico: Duarte Nuno Simões

Intervenções plásticas: Eduardo Batarda

Pontos de interesse

Hospital da Força Aérea

Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge 

Julgados de Paz do Concelho de Lisboa

Esquadra da PSP – Telheiras

Arte na Estação

A estação de Telheiras, inaugurada em 2 de novembro de 2002, constitui a 1ª fase do prolongamento para Noroeste da Linha Verde cujo término, a Norte, era desde 1993, a estação Campo Grande.

O projeto arquitetónico da estação, da autoria do Arq.º Duarte Nuno Simões, carateriza-se pela existência de um átrio único, sensivelmente a meio da nave, que se desenvolve, transversalmente a esta, por cima do nível dos cais aos quais se liga por meio de escadarias.

Esta disposição, proporcionando um atravessamento da linha, sobre a qual se abre dando ao conjunto uma agradável sensação de amplidão, permite, por outro lado a ligação do átrio à superfície em excelentes condições de captação de passageiros.

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Existem ainda partindo do nível do átrio e desenvolvendo-se longitudinalmente, de cada lado por sobre os cais, quatro passarelas que possibilitam o acesso a zonas de serviço.

O fato da estação se situar sob um jardim público permitiu a construção de sete lanternins, em forma de pirâmide, para entrada de luz zenital, a qual dá à nave da estação uma caraterização inusitada e uma riqueza espacial decorrente das variações de luz ao longo do dia e ao longo do ano. Os materiais empregues nas zonas públicas – pedras amaciadas, azulejos e pastilhas de mosaicos com cores de tonalidades claras – proporcionam a ampliação virtual do espaço real.

Patentes em algumas das paredes da estação bem como nos respetivos tímpanos podem admirar-se as intervenções plásticas de Eduardo Batarda. O artista escolheu um suporte de azulejos onde apresenta desenhos “abertos” a branco e ligeiramente “gravados” num fundo cinza claro, sendo cada quadrado de 5 por 5 azulejos rodeado por uma cercadura acastanhada. Com a justaposição, as cercaduras formam uma quadrícula que “amplia” o efeito reticulado dos azulejos, conferindo ao todo uma caracteristica de integração espacial.

 

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