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Baixa-Chiado PT Bluestation

Ficha Técnica

 

Horário | átrio único

Abertura: 06h30

Fecho: 01h00

 

Rede de vendas 

- Máquinas de venda automática

- 2 Postos de venda:

 1) dias úteis entre as 7h45 e as 19h45;

 2) todos os dias entre as 7h45 e as 20h30.

 

Acessibilidade

A estação dispõe de elevadores (sem acesso ao exterior) e escadas rolantes.

Pode consultar a operacionalidade dos equipamentos através do telefone: 21 3500115 ou do email relacoes.publicas@metrolisboa.pt

Dados técnicos


Localização

Estação Linha Azul / Linha Verde

Largo do Chiado / Rua do Crucifixo.

 

Inauguração

Linha Verde: 25 de abril de 1998

Projeto Arquitetónico: Siza Vieira

Intervenções plásticas: Ângelo de Sousa

Linha Azul: 08 de Agosto de 1998

Projeto Arquitetónico: Siza Vieira

Intervenções plásticas: Ângelo de Sousa

 

Pontos de interesse

Associação Valorização do Chiado

Basílica Nossa Senhora dos Mártires

Centro Nacional de Cultura

Elevador de Santa Justa

Faculdade de Belas Artes de Lisboa

Grémio Literário

Hospital da Ordem Terceira

Igreja de Nossa Senhora da Encarnação

Igreja Italiana de Nossa Senhora do Loreto

Igreja de São Roque

Museu Arqueológico do Carmo

Museu de São Roque

Museu do Design e da Moda

Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado

Teatro da Trindade

Teatro-Estúdio Mário Viegas

Teatro Nacional de São Carlos

São Luiz Teatro Municipal

Arte na Estação

A estação Baixa / Chiado é uma estação dupla permitindo a correspondência entre a Linha A (Azul) e a Linha C (Verde) A secção da estação pertencente à Linha C (Campo Grande – Cais do Sodré) abriu ao público em Abril de 1998, a secção respeitante à Linha A (Pontinha – Santa Apolónia) abriu ao público em agosto de 1998 passando a constituir um terminal provisório da Linha A. Pela sua localização estratégica prevê-se que esta estação venha a ser uma das de maior movimento da rede.

A estação situa-se na colina do Chiado sob a Rua Ivens, entre o Largo da Academia Nacional das Belas Artes e a Rua Garrett. Localizada a cerca de 45m abaixo da superfície, esta estação passa a ser a mais profunda de toda a rede.

O projecto arquitetónico é da autoria do Arq.º Álvaro Siza Vieira, e a intervenção plástica de Ângelo de Sousa.

Respeitando a intenção do arquiteto de deixar livres as zonas de embarque, Ângelo de Sousa, pintor abstrato de feição geométrica, limita a sua participação apenas aos dois acessos para a rua. Em signos soltos e numa linguagem afim à arte islâmica, conserva contudo tanto quanto possível caraterísticas de simplicidade e restrição de meios a utilizar: azulejos brancos e, em algumas zonas das paredes e teto, inscrições a dourado.

 

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